DP-300 – Considerações sobre storage

Olá Pessoal!!

Depois de tanto tempo sem aparecer aqui resolvi voltar \o/ Dessa vez estou focada nos estudos para a DP-300 e como a forma mais fácil de aprender é compartilhando, por isso estou aqui.

A primeira coisa que vamos fazer é procurar o que estudar e onde você pode achar essa informação?

No site da Microsoft você tem acesso ao conteúdo que será cobrado na prova, para baixar basta acessar aqui.;

  • O learning path também é muito bom, aconselho a fazer ele completo;
  • O Dirceu Resende também escreveu no blog dele, as impressões que teve quando fez essa prova, se não me engane ele fez a prova beta;

Tem muita coisa na internet que você consegue achar , vou concentrar aqui no que estou estudando no momento. Espero que ajude alguém de alguma forma a tirar algumas dúvidas.

Hoje vou falar algumas considerações sobre storage no Azure.

O Azure fornece uma ampla variedade de soluções de storage afim de atender os mais variados workloads e assim fornecer um melhor desempenho aos aplicativos. O Azure oferece vários tipos de storage:
Azure Blobs, Azure Files, Azure Queues, Azure Tables e Azure Disks

Na maioria dos casos, os workloads do SQL Server usarão Azure Managed Disks as exceções são:

  • FCI (Failover Cluster Instance) pode ser montado usando file storage
  • Backups que usarão blob storage

Azure Manager Disk atuam como um dispositivo block-level storage que é apresentado ao Azure VM.

O Azure Manged Disk oferece uma série de benefícios:

  • 99,999% de disponibilidade;
  • Scale deployment (Você pode ter até 50K VM disks por subscription e por região);
  • Integração com availability sets and zones para oferecer niveis mais altos de resiliência em caso de falha;
  • Dois tipos de criptografia. Azure Disk Encryption usa BitLocker no Windows e usa o DM-Crypt no linux, ambas as tecnologias se integram ao Azure Key Vault e permitem que você traga sua própria chave de criptografia;
  • Cada VM terá pelo menos 2 discos associados: o operation system disk e o temporary disk.
    Operating System disk: Esse disco seria basicamente o driver C:\ no caso de uma VM no Windows ou /dev/sda1 no Linux.
    Temporary disk: Toda VM incluirá um disco para armazenamento temporário. Esse disco não deve ser usado para armazenar nenhuma dado crítico, como por exemplo banco de dados ou arquivos de log (transaction log file) uma vez, que os dados serão pedidos quando houver um reboot ou uma manutenção na máquina virtual. Esse armazenamento deve ser usado para dados que não precisam ser “duráveis” tal como page file e swap files.
    Esse drive será montado na VM como D:\ no WIndows e /dev/sdb1 no Linux.
  • Você pode e deve adicionar Data Disks nas VMs que possuem o SQL Server.
    Data Disks: Esses discos podem ser agrupados para aumentar os IOPs e a capacidade de armazenamento, usando Storage Spaces no Windows e LVM (Logical Volume Management) no Linux.

Tipos Data Disks:
Standard HDD: Armazenamento mais econômico. Esse disco geralmente é usado para backups do SQL Server

Standard SSD: Esses disco tem a latência e o IOPS similar ao Standard HDD em tamanhos ate 4TB; Porém esse tipo oferece uma performance significativa em volumes maiores. Esse tipo de disco pode ser usado para ambientes de Dev/Test.

Premium SSD: É o tipo de disco mais utilizado para workloads do SQL Server. Ele esta disponivel em todas as regiões e suporta uma ampla variedade de tipos de máquinas virtuais. Os discos Premium é uma boa escolha entre preço e performance.

Ultra SSD: Esses discos fornece uma latência mais baixa (sub-milissegundo) e IOPs mais altos. A capacidade dos discos Ultra varia de 4 GB a 64 TB.

Melhores práticas de para utilização do storage no SQL Server no Azure:
É recomendado a utilização do Premium Disk em pool para aumentar o IOPs e a capacidade do storage;
– Os Data files devem ser devem ser armazenados em seu próprio pool com read-caching nos discos do Azure;
– Transaction log files não se beneficiam com esse caching, ou seja, esse tipo de arquivo devem ser seu próprio pool sem caching;
– O TemdDB pode ter seu próprio pool ou usar temporary disk das VMs que oferece baixa latência, uma vez que fica fisicamente conectado ao servidor físico onde as VMS são executadas;
– Discos Premium SSD corretamente configurados, você pode ver uma latência de “single-digit millisecond”;
– Para workloads de missão crítica que reque baixa latência você deve considerar Ultra SSD;

Bom por hoje é só, no próximo a gente estuda um pouco mais …. 🙂

Cibelle Castro

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